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Reintegração de posse no RJ

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Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Confrontos entre policiais militares e moradores de prédios da operadora telefônica Oi, que passou por reintegração de posse na manhã desta sexta-feira, 11, deixaram pelo menos 12 pessoas feridas, e 26 detidos. Quarenta oficiais de Justiça e pelo menos 1650 policiais militares participam da desocupação dos edifícios invadido desde a madrugada de 31 de março por cerca de 5 mil pessoas, no Engenho Novo, zona norte do Rio. A operação começou por volta das 5h.
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Um carro da Polícia Militar (PM), um ônibus e os quatro prédios abandonados pela companhia telefônica Oi pegaram fogo. Os quatro prédios invadidos foram incendiados pelos invasores, como forma de atrapalhar a ação policial. O Corpo de Bombeiros tenta debelar as labaredas. Os pontos de incêndio se alastram para outros locais além da favela. De acordo com o Centro de Operações do Rio, a Avenida Dom Helder Câmara está interditada nos dois sentidos por causa de um caminhão que pega fogo no local.
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Duas crianças, uma de 9 anos e outra de 6 meses, foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros na reintegração de posse do terreno da companhia telefônica Oi, onde se formou a Favela da Telerj. As duas inalaram fumaça de bombas de gás e foram atendidas e liberadas no local.
Fabio Motta/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
De acordo com os bombeiros, sete quartéis, 16 viaturas e 60 militares participam da operação desde as 4h da madrugada desta sexta-feira. Eles combateram incêndios em três ônibus, um carro e dois caminhões, além do fogo dentro do prédio.
Fábio Motta/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Por volta das 9h30, centenas de invasores permanecem em ruas próximas e gritam "queremos moradia!". Eles jogam pedras na direção dos policiais, que revidam com bombas de gás de pimenta. Dois helicópteros da corporação continuam sobrevoando a região. Faixas afixadas nas grades do edifício desocupado criticam os gastos com a Copa. Mais cedo, policiais chegaram a fazer tiros de pistola para o alto para dispersar a multidão. Várias ruas na região continuam interditadas para o tráfego.
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
O repórter Bruno Amorim, do jornal O Globo, foi detido por policiais militares enquanto cobria a desocupação do prédio da companhia telefônica Oi, na Rua Dois de Maio, no bairro do Engenho Novo, zona norte do Rio. Na foto, balas de borracha, gás lacrimogêneo e outros cartuchos usados pela PM.
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
"Era cerca de 8h30 e eu estava no meio da confusão quando vi um policial e um manifestante de camisa vermelha trocando socos. Puxei o celular da empresa para tirar fotos. Foi quando um outro policial me deteve, alegando que eu estava tacando pedras. Me deu uma chave debraço e me feriu. Jogou meu celular no chão", disse o jornalista.
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
"Como eu poderia jogar pedra se numa mão eu segurava o celular e na outra o bloco de anotações? Eu estava apenas cumprindo meu dever de reportar o que estava acontecendo. Fui detido de forma arbitrária", disse o jornalista, que trazia crachá da empresa jornalística. Nenhum policial militar que está no local falou sobre a detenção de Amorim.
Erbs Jr/Frame/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
O repórter foi mantido sentado no chão por PMs, que dizem que ele será encaminhado a uma delegacia policial. Outros jornalistas que cobriam a desocupação comunicaram o caso à redação do jornal O Globo.
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
A ação policial cumpre decisão da juíza da 6ª Vara Cível da Comarca Regional do Méier, Maria Aparecida Silveira de Abreu, que deferiu liminar para reintegração de posse do imóvel. No início da manhã, uma retroescavadeira iniciou a derrubada dos casebres de madeira e papelão erguidos às pressas pelos invasores. Há dois dias, o prefeito Eduardo Paes (PMDB) definiu a ocupação do terreno como "uma invasão profissional".
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
"Não conheço favela nenhuma da Telerj e, sim, uma invasão com todas as características que uma invasão profissional pode ter. É um movimento organizado, com pessoas que estão ali loteando, demarcando. Pobre que é pobre, que precisa de casa, não fica demarcando, não aparece com madeirites marcando número", afirmou Paes.
Fábio Motta/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
O porta-voz da Polícia Militar, tenente-coronel Cláudio Costa, afirmou que a reintegração de posse do terreno da empresa de telefonia Oi foi tranquila e "transcorreu dentro do planejado".
Fábio Motta/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
A declaração foi concedida durante entrevista ao canal GloboNews. "A Polícia Militar seguiu todos os protocolos que envolvem uma reintegração de posse e a operação transcorreu dentro do planejado. Entramos tranquilamente e não tivemos problemas dentro do terreno, somente no entorno que houve confronto". Ao todo, 1.650 policiais militares participam da ação.
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
"Toda a tropa foi orientada a entrar de forma tranquila, transmitindo orientações para a desocupação. Aguardamos as pessoas retirarem seus pertences. Enfrentamos algumas resistências e algumas pessoas colocaram fogo em madeiras e outros objetos dentro do prédio".
Marcos de Paula/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
De acordo com o tenente-coronel, o policiamento na região será reforçado "pelo período que a polícia entender necessário". Algumas pessoas tentaram se aproveitar da situação para roubar peças de carros e tentar invadir supermercados.
Fábio Motta/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Garis da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) limpam o terreno e colocam fogo em madeiras e papelões que eram usados para construir os barracos.
Fábio Motta/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Os invasores de prédios da telefônica Oi, no Rio reclamaram que foram acordados pela polícia e impedidos de retirarem seus pertences. "Eles (os policiais) entraram e acordaram todo mundo com gás de pimenta. Mandaram a gente levantar e sair logo. Não nos deixaram carregar nada. Perdi ventilador, colchão, roupas. Fiquei só com a roupa do corpo", reclamou Valeria dos Santos, de 35 anos, que estava na invasão com o marido e o filho.
/Estadão 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
"Eles (os policiais) entraram e acordaram todo mundo com gás de pimenta. Mandaram a gente levantar e sair logo. Não nos deixaram carregar nada. Perdi ventilador, colchão, roupas. Fiquei só com a roupa do corpo", reclamou Valeria dos Santos, de 35 anos, que estava na invasão com o marido e o filho.
Bruno Gonzales/Agência O Globo 11/04/14
Polícia e ocupantes de terreno abandonado pela telefônica Oi entram em confronto
Após o tumulto da desocupação, uma mulher saltou de um carro, com uma arma na mão, para conter um grupo que saía da favela do Jacarezinho. Na cena curiosa, a loira se identificou como policial e conteve um grupo que ela acreditava estar indo fazer depredações.