As casas de fliperama já existiam desde a década de 40, mas foi nos anos 70 que elas efetivamente se popularizaram no Brasil. Acredita-se que o responsável tenha sido o argentino Tadeo Roman, que criou uma pequena fábrica chamada Diverama na rua Guaianases, no Centro de SP, onde montava e revendia as máquinas que importava dos Estados Unidos. Pouco a pouco os consoles eletrônicos mais sofisticados, e de uso doméstico, sacramentaram o ostracismo desse que já foi um negócio milionário Foto: Arquivo/Estadão
03/09/2015 | 16h58
03/09/2015 | 16h58
As casas de fliperama já existiam desde a década de 40, mas foi nos anos 70 que elas efetivamente se popularizaram no Brasil. Acredita-se que o responsável tenha sido o argentino Tadeo Roman, que criou uma pequena fábrica chamada Diverama na rua Guaianases, no Centro de SP, onde montava e revendia as máquinas que importava dos Estados Unidos. Pouco a pouco os consoles eletrônicos mais sofisticados, e de uso doméstico, sacramentaram o ostracismo desse que já foi um negócio milionário Foto: Arquivo/Estadão
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